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Tudo que Fabrício Biguá postou
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Bertioga SP - alguém indica operador p 2 pessoas?
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Junior em Assuntos Gerais (água salgada)
Junior....pode ir direto no Schmidt. O cara sabe tudo de Bertioga. @Schmidt 13 99616-0039 -
Sou das antigas. Ainda uso PP65lbs, 4 fios. Para hélice ela ainda é top. Quanto mais torce, mais forte fica...rsrs
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[Motores de popa] Saiba como usar, armazenar e muito mais...
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Fabrício Biguá em Motores de popa e Hélices
E ai, @Thelio Braun...blz pura?!! Bom demais falar contigo. Este procedimento que você adota já ajuda muito, principalmente para não deixar combustível envelhecer dentro da mangueira do tanque. Já no carburador (em motores carburados), ainda fica um pouco de combustível dentro da cuba. No motores injetados, acredito q sobre pouco combustível na linha. Mas obrigado pela participação...E abraços a todos aí tb.- 74 respostas
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Rio MUTUCA - 08 a 14/09 só os tucunas bitelos
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Junior em Relatos de pescaria (água doce)
Muito bom, Jr. -
Proibição da pesca em SIRN
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Especialista em falar besteira?!?! Q isso, você foi perfeito na colocação. Os operadores de SIRN bem q tentaram fazer isso lá no começo da tal "licitação". Os 5 operadores de SIRN proporam que todos os 4 rios continuassem exclusivamente com estas operações q lá estão há mais de uma década. Os 5 operadores continuariam acessando os 4 rios, da forma que quisessem, a depender do nível da água ou do objetivo do grupo. Infelizmente a prefeitura cresceu o olho e não aceitou a proposta. Os operadores apresentaram um Projeto de Lei (para os vereadores votarem) e um Projeto de Decreto (para o prefeito analisar). Tudo pensando no melhor para a região, para os pescadores, e para os moradores de lá. Todos estes projetos foram feitos por especialistas em direito ambiental, operadores e pescadores conscientes, e pensado como futuro de sustentabilidade. Bastava debater tudo na câmara dos vereadores, adicionar ou cortar aquilo que não fosse interessante para o município, e pronto, teríamos um exemplo de legislação de pesca esportiva no Brasil. Foram feitas algumas reuniões aqui em Brasília envolvendo o poder público de SIRN. Os caras exploraram os operadores, sempre pedindo dinheiro para tentar resolver a situação na região, e, no calar da noite, o prefeito publicou o tal Decreto 075/2017 (todo cheio de furos), abrindo os rios para quem lá fossem, desde de que a FUNAI autorizasse (IN 03 da FUNAI). Ocorre q este decreto não regulamenta Lei alguma. Pior, ninguém contesta nada. Estava ajustado que na APA Tupuruquara, a pesca esportiva estaria limitada a 100 voadeiras/semana. Isso, por si só, já geraria uma renda para o município de R$ 1.000.000,00 de reais por ano (R$ 500,00 por voadeira/semana X 100 barcos, X 20 semanas). Se metade desse dinheiro ficasse na cidade, e a outra metade com os comunitários dos 4 afluentes (e olha q o Rio Preto ainda estava fora desse acordo, hein!?!?)...mas imagina os comunitários recebendo meio milhão de reais por ano?!? O q não daria para fazer na região?!?! Sabe pq não foi pra frente?!?! Pq não teve pagamento de propina para ONGs ou para chefes de comunidades/tribos ou para políticos. O município cresceu o olho, queria abrir para 200, 300 voadeiras. 🙄 Abriu as porteiras para a destruição e para que SIRN se tornasse Barcelos em poucos anos. Como a prefeitura não quis resolver e interceder de forma racional, profissional e legal no problema, as ONGs partiram pra cima, usaram a justiça em seu favor (afinal, agora poderiam fazer isso), usaram o poder da FUNAI e todo o aparado do Estado q está lá dentro, e até hoje os conflitos só aumentam. Pior, os comunitários/índios continuam na mesma situação de miséria, os operadores sem lugar certo para trabalhar, e nós pescadores, sem lugar para pescarmos esportivamente. Enquanto isto as ONGs vão ganhando tempo para buscar quem pode pagar mais, para daqui alguns anos fazerem outras licitações de cartas marcadas (Téa, Aiuanã e Preto). Como disse, os caras cresceram os olhos e não ordenaram a pesca. Com ela ordenada, ficaria muito mais fácil dedicar parte do arrecadado aos comunitários, não haveria fraude licitatória, não haveria pagamento de propina para ONGs, para tribos ou políticos, e a pesca esportiva em SIRN estaria garantida por anos. Lá seria o local mais preservado e propício para se capturar os grandes tucunarés. Seria um exemplo de sustentabilidade. Seria um exemplo de participação turística na vida daquelas pessoas de lá. Infelizmente os caras só pensam em dinheiro, em aumentar as áreas indígenas, em isolar aquela região de quem não pague em dólar. Ah, e tem mais...Tanto o Zaltana, quanto o Kalua, colocaram muito mais grana lá dentro, do q receberam por serem exclusivos (estou apenas supondo). Mas pelo nível da água dos últimos anos, pouco pescaram dentro do Uneiuxi e do Jurubaixi, respectivamente. Em contrapartida, os dois tem obrigações certas em manter os acordos feitos. Como este ano eles não poderão pescar nos outros rios de SIRN, vamos torcer para q tenham bons níveis de água e boas pescarias. Caso contrário, daqui alguns anos ocorrendo isto, sou de falar que irão entregar o rescindir os contratos feitos por não ser viável comercialmente. Quem ganhou com todo este conflito?!? Ninguém!!! -
Proibição da pesca em SIRN
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Blz pura, Kruel?!? Bom demais tê-lo novamente pontuando assunto tão complexo e chato. Concordei com tudo, mas permita-me discordar do trecho acima citado, uma vez que a região de SIRN (TI Jurubaixi-Téa) não era indígena até 2016. Acessar os rios de SIRN há poucos anos atrás era algo perfeitamente legal. Dá forma postada acima, fica parecendo q todos os operadores de SIRN se incluem nesse "escambo" indígena, o q não aconteceu. -
Sonar e GPS. Preciso de indicações!!!!
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Fábio Tittoto em Dúvidas gerais sobre náutica
Boa tarde, Fábio. Como são muitassss informações, vamos lá. Primeiro dê uma lida neste post abaixo: https://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/20039-sonar-vale-a-pena-pela-ótica-de-um-pescador/ Depois dê uma lida neste daqui: https://www.turmadobigua.com.br/forum/topic/3416-o-q-vc-precisa-saber-sobre-sonares-aqui/ Estão um pouco desatualizados mas, sabendo isso, será difícil sobrar alguma dúvida. Se sobrar, poste aqui pra baixo. -
Vendo Go Pro Hero 4 SIlver Novissima, com muitos acessórios,
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de GIOVANA em Classificados de "Tráias de Pesca".
@GIOVANA, por favor informe o valor. -
Proibição da pesca em SIRN
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Isso aí, Betão...Na verdade o q definiu o Preto como sendo de SIRN, não foi a ABOT e tals, o q divide é a linha do município mesmo. Inclusive um lado do Padauari pertence a SIRN. Olhem na foto abaixo. -
Proibição da pesca em SIRN
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Não é não...O Preto é de SIRN. -
Proibição da pesca em SIRN
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Rio Preto pertence a SIRN. Ainda está longe do "poder" indigenista. Lá as comunidades que mandam (e não as ONGs). Então, quem for para lá se prepare. Há 3 comunidades ao longo do rio, cada uma delas cobra R$ 150,00 por canoa/dia de pescaria. Se passar pelas 3, serão R$ 450,00 por dia, por voadeira...rsrs Falaram isso pro grupo?!?! -
Proibição da pesca em SIRN
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Joao Manoel Leonello Lucas em Assuntos Gerais (água doce)
Amigos, blz pura?!?! Já percebi, seja no zap, seja nos fóruns, que há muita informação controversa sobre a pescaria em SIRN. 🤔 Vou tentar esclarecer aos amigos, ok?!?! Sobre o Zaltana e o Kalua pescando exclusivamente no Uneiuxi (somente na área de TI, e não na área de APA), e o no Jurubaixi (todo o rio), respectivamente, vamos lá. No ano de 2015 (salvo engano), foi feito um estudo de demarcação de Terra Indígena (Téa-Jurubaixi) no município de SIRN. Este estudo, independente do que eu ache dele, foi enviado para a FUNAI, que por sua vez mandou para o Ministro da Justiça declarar a área como Terra Indígena. Ocorre q a prefeitura, a comunidade local, as associações (de todos os tipos), deveriam, dentro do prazo de 90 dias, ter contestado o estudo feito. E ISSO NÃO FOI FEITO. Na época, pós eleições, houve muita briga na cidade envolvendo as eleições. Não me recordo ao certo, mas tanto o prefeito, como vice-prefeitos, e vários vereadores, foram presos, cassados, e etc. Tudo mutreta de eleição. Como o "Estado" e o povo não reivindicaram o estudo, o Ministro da Justiça assinou a portaria de declaração da Ti Jurubaixi-Téa. Uma verdadeira aberração, ou seja, 01 única antropóloga fez todo este estrago. Certamente ela estava atendendo os interesses de outros. Tanto a prefeitura de SIRN, quanto a de Barcelos (q faz limite no Jurubaixi), sequer foram notificados. Coisas de Brasil. 🤢 Em 2016 todos os operadores de SIRN ainda conseguiram pescar na região...mas em 2017 o tempo fechou. Foi aí q todos descobriram que a TI Jurubaixi-Téa havia sido declarada. Muita briga entre todos, sejam operadores, prefeitura, comunidades, agora indígenas, e por aí vai. A FUNAI e o MJ, sequer notificaram os municípios de Barcelos e SIRN, informando que lá agora era considerado TI. Até hoje muitos não sabem o q a declaração representa. Em 2017 foi feito um Acordo de Cooperação Técnica, onde todos os operadores de SIRN não poderiam acessar o Uneiuxi durante 1 mês (o de outubro, o estudioso é pescador conhecido na região, só quer o filé), para q um grupo de "pescadores espertinhos", ligados ao IBAMA, fizessem um estudo de impacto de pesca no rio. Os caras, todos ligados aos "estudos" envolvendo os operadores de pesca estrangeiro, em apenas 10 dias, estipulou que no Uneiuxi "X" pescadores poderiam pescar por semana, e que "Y" pescadores poderiam pescar no Jurubaixi. Estes "técnicos" do IBAMA, são sempre os mesmos. Os da TI Jurubaixi-Téa foram os mesmos q fizeram os estudos do Marié, e de todos estes rios onde temos gringos operando. Tudo ligado com a FUNAI e com ONGs amazônicas. O mais engraçado é q tanto este número "X", quanto o "Y", eram exatamente a capacidade máxima de operação dos gringos. Algo como 8 ou 10 pescadores por semana. Excluindo assim, do processo, empresas como Angatu, Zaltana, ASF, e outras, com barcos de maior capacidade (12 pescadores pra cima). Mesmo assim foi feito um sistema de revezamento de empresas dentro da TI Jurubaixi Téa. Só poderia 1 empresa de cada vez, entrar num afluente escolhido. E as brigas continuaram. Já falei aqui há anos atrás, mas sempre friso, um dia estes caras serão presos. 🙌 E foi aí que a FUNAI, sob orientação das ONGs do Médio Rio Negro, abriram "licitação" para operação no alto Uneiuxi (TI do Uneiuxi - Roçado, q é TI desde sempre), e do Jurubaixi (2 zonas, do meio até a boca, e do meio até a cabeceira). Lembrando que a TI na entrada do Uneiuxi (boca até o meio do rio), não entrou em licitação. Os comunitários falaram que não queriam operação no Uneiuxi naquele ano (o que depois se mostrou ser mentira). Foi aí q uma empresa brasileira, que nunca esteve no Rio Negro, ganhou a licitação da TI-Uneiuxi. Os caras operavam lá no Pará...mas por terem amigos ligados a FUNAI e aos estudos que citei acima, ganhou a licitação. Claro jogo de "cartas marcadas". Pior, um monte de operadores "otários" estiveram em Brasília, participando de uma "licitação" que já sabiam quem iria ganhar. 🤮 Ocorre q esta empresa apenas opera no Roçado (com estrutura e parte operacional), mas quem vende os pacotes de pesca pra lá é a River Plate lá nos EUA. No Jurubaixi, a River Plate ganhou a licitação da cabeceira, e o Kalua ganhou a licitação da boca até o meio do rio. VALE INFORMAR A TODOS, QUE TANTO O KALUA, QUANTO A RIVER PLATE, FORAM AS ÚNICAS EMPRESAS QUE DERAM LANCE NA LICITAÇÃO. Nenhuma outra empresa, seja de SIRN, ou de Barcelos, pode chorar, afinal, sequer participaram da lide. No meio do processo, a River Plate abandonou o barco...e foi aí q o Kalua fez uma parceria para ter acesso ao rio inteiro. NADA DE ILEGAL FOI FEITO. Quanto ao Aiuanã e o Téa, nenhum dos dois sequer tem comunitários em suas margens. Depois de declarada a TI, vários índios estão saindo de suas tribos em outros locais, e se deslocando para estes, numa tentativa de clara, de "licita-los" em breve... E esta foi a história envolvendo a pesca em SIRN. Ah, mas foi 2 meses depois, que a comunidade do Tabocal (boca do Uneiuxi), fez uma proposta de trabalho para o Zaltana. Deixo claro q o Zaltana TAMBÉM NÃO FEZ NADA DE ILEGAL. Na verdade ele estava na hora certa, no lugar certo. Como era novato em SIRN, não tinha ainda travado qualquer tipo de conflito com a comunidade do Tabocal. Já as outras empresas, sim. Pois sempre q passavam pela porta da comunidade, uma situação de estresse ocorria, seja do lado da operação, seja pro lado da comunidade. Imagina 10 anos passando por ali?!?! Sendo parado pela comunidade?!?! Algumas vezes as operações ajudavam, mas às vezes, não. O q tb é compreensível, afinal, os pescadores deixavam R$ 250,00 cada, para a Prefeitura ajudar estes comunitários, mas certamente nunca repassou R$ 1,00 sequer para eles deste dinheiro. E foi aí q o Zaltana entrou na jogada. Como era novato e não tinha histórico de conflitos na agenda, acabou sendo procurado para fechar a parceria de pesca. O processo foi homologado pela FUNAI, e pronto. NÃO HÁ NADA DE ILEGAL NO PROCESSO FEITO. Vejo um monte de gente falando besteira de todos os lados ( o q não vai adiantar nada!).🙄 Como alguns barcos adentraram na TI depois da licitação, as ONGs denunciaram o acesso a FUNAI como sendo ilegal (apesar do operador ter sido convidado). Aliado a isto, operadores judicializaram o acesso/passagem pela área indígena do Uneiuxi, para pescar na área de APA (do meio do rio até a placa do Roçado). E foi aí q a justiça determinou que nenhum operador de pesca pode acessar TI Jurubaixi-Tea, sem a anuência da FUNAI. NENHUM OPERADOR PODE ACESSAR. (a não ser as que ganharam a "licitação")...os operados ainda não desistiram de conseguir esta permissão, mas hoje, quem fala que tem acesso ESTÁ MENTINDO!!!. ou está acreditando q vá conseguir acessar, sem ter certeza de sucesso. Esta é a situação. Quanto a postagem do @Octávio Amaral, claro q concordo que tanto Barcelos, quanto SIRN, são uma zona. Há anos tentamos ordenar a pesca na região (operadores, pescadores e secretarias do meio ambiente). Agora, uma coisa é certa, e vou falar apenas pelo Angatu. O Angatu tem sede em Barcelos, nasceu em Barcelos. É a empresa com o mesmo CNPJ a mais tempo em operação em Barcelos e em SIRN. 90% dos guias/tripulação são de Barcelos, assim como toda a mão de obra, manutenção e consumo envolvendo a pesca. Ah, e ainda paga todas as taxas de turismo de Barcelos, mesmo sem operar lá. Assim como o Angatu, o Kalua também. Me lembro de cruzar o rio, eu no Angatu ou outro barco, vendo o Kalua, Miss Bebel, Amazon Queen, e outros antigos operados q foram ficando pelo caminho, isso lá no início da década de 90. Se fossemos reivindicar áreas de pesca em Barcelos, estes deveriam ser os primeiros a escolher. Por Barcelos ser uma área de livre acesso, TODA E QUALQUER OPERAÇÃO DO BRASIL, pode sim, pescar lá. Acho isso bom?!?! Claro q não. Sou pescador, não operador....mas devemos ter um cuidado especial ao falar/insinuar que as empresas de SIRN "atrapalharão/atrapalhariam" a pesca em Barcelos. Na verdade foram as outras empresas que atrapalharam os que operavam por lá, isso, a mais de 15 anos atrás, e se viram "obrigadas" a correr para SIRN. O q tb não teve nada de ilegal. Então, se houvesse um ordenamento hoje na região de Barcelos, que priorizasse "X" empresas (em virtude de estudos sobre o impacto de pesca), que nasceram e cresceram lá em Barcelos, certamente muitas empresas novatas q a turma pesca aí, é q deveria ficar de fora do limite estipulado. Lembrando que estou apenas divagando, turma, blz?!?! hehehee...Não quero criar briga não. Só estou defendendo abertamente quem eu acho q deva ser defendido. Então é isso...esta é história envolvendo a pesca em SIRN. Espero ter contribuído com a angústia dos amigos pescadores. -
Marcelo...lembrando q ela é simples de tudo, ok?!?! Como disse, a comida e a cama é boa. Os preços, nem posso dizer q são justos, na verdade é barato mesmo. Uma coca-cola em lata custa R$ 3,00 lá...rsr...Gelada. Tem Heineken, carvão, o gelo é mais barato q no mercado próximo de casa. As camas são boas tb. Pelo menos as que fiquei. Mas o chuveiro quase não cai água. A porta não fecha direito. A tampa da privada belisca o rabo...e por aí vai. A comida é maravilhosa, mas extremamente simples. Agora, dá para pescar de caiaque na cara do gol. E vamos ver se terá o torneio mesmo.. Te aviso.
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Pedro...tb já errei demais. Agora, só pesco de superfície, o q dificulta ainda mais. Mas se acertar, ficará maluco, pode apostar...rsrs Vlw Lucas... Vlw, Pupim...Tá querendo ir pra onde na SM?!?! Em outubro tá para sair um torneio por lá. Que sabe vcs não vão?!?! Obrigado pelos comentários.
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Vlw, Fabiano. E aí meu amigo. Você anda por onde. Sumiu de vez?!?! Bom demais vê-lo postando aqui novamente. Saudades daquele tempo de ouro. Obrigado pelo comentário. Eu q agradeço o comentário, Tammer. Agora, a região de Uruaçu sempre foi a mais detonada. Tente ir para as bandas de Niquelândia ou de Minaçu. É por aí mesmo, Miron. SM é muito grande. Vento por lá é mato. Quando chove, esquece. Muita variação de nível....ou seja, complicado acertar mesmo. Mas pescaria é assim, em 30 minutos fazemos 3 dias de pesca valerem a pena. Obrigado pelos comentários. Vlw, Augusto. E q isso, sempre aparecem interessados para pescar. Faça uma força aí q dá certo.
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Ajuda rápida: EVINRUDE E-TEC / MERCURY OPTIMAX
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Edu_Nakiri em Motores de popa e Hélices
Não é ignorância, Alessandro. Pergunta muito pertinente. Quando comprei um Etec 90, 0k, a turma da região de Parati-RJ já ultrapassava as 1.000h de uso sem mexer em pistão/biela e etc. Sou de falar q andando certinho você ultrapassa as 500h/600h sem qualquer tipo de dor de cabeça. -
Bateria para elétrico e partida
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Cassio B. Fernandes em Motores elétricos e Baterias
Eu uso Moura Boat. Uma das minhas baterias tem 4 anos, e funciona muito bem. Pelo que entendi a Moura Boat une o q tem de melhor entre a estacionária e a automotiva. Pode ir sem medo de ser feliz.- 5 respostas
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G29 - Conhecendo o rio Sucunduri
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Kid M em Relatos de pescaria (água doce)
Muito top. A riqueza de detalhes com q o Kid retrata as coisas, impressiona... Belíssima abordagem, meu amigo. Lindas fotos, lindos peixes e saber q temos mais uma operação aprovada pelos Mocorongos, é certeza de diversão. 👏🏻 Esse Camaiu é uma pintura. Outro lugar q certamente conhecerei quando puder. Parabéns a todos do grupo, e bom demais ver nosso amigo Cachara mandando bem. Saudades da turma. 👏🏻👏🏻👏🏻 -
Ajuda rápida: EVINRUDE E-TEC / MERCURY OPTIMAX
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Edu_Nakiri em Motores de popa e Hélices
Mudou quase nada. Apenas a palheta de controle do fluxo de ar no sistema de injeção q é de fibra de carbono e acho q o desenho da cabeça dos pistões. Ah, e o limite de giro tb subiu um pouco. -
Ajuda rápida: EVINRUDE E-TEC / MERCURY OPTIMAX
Fabrício Biguá respondeu ao tópico de Edu_Nakiri em Motores de popa e Hélices
Blz pura Edu?!?! A pergunta ficou um pouco "truncada"...Inicialmente você dá a entender q você está em dúvidas entre um E-TEC 115Hp, e um Mercury Carburado 115hp. Depois, você fala em Optimax, mas não é para falarmos em ProXS...ou seja, acho q você quer saber a diferença entre o Etec e o Optimax (sem ser ProXs). Acho q é isso... Se é...saiba q todos dois são excelentes. Considero o E-Tec um pouco melhor em virtude deste modelo 115hp, já possuir rede NMEA nativa. No resto eles são muito parelhos em todos os sentidos. Economia e performance, muito próximos. Quanto a assistência técnica, o Mercury leva vantagem. Além de mais barato, você acha mais gente pra mexer neles. O óleo 2t da Mercury é um pouco mais barato que o XD50/100 da Evinrude. Sobre a revenda, talvez o Mercury leve um pouquinho mais de vantagem. Vai do estado do motor e do preço. O q você tem que se preocupar mais é com tempo de uso, ano de fabricação, histórico de revisões, estado de conservação, marcas na hélice q possam indicar uma batida no chão (aí sim, pode te dar muita dor de cabeça lá pra frente), e por aí vai. Resumidamente, os dois são top. -
Muito legal a iniciativa, Augusto...
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Vlw Eder...Obrigado. Pois é...Uma pena não ter 1 semana de férias para continuar a semana...rsrs Obrigado. Vlw, Sone... Rapaz...só em ve-lo participar novamente do fórum, vlw a pena ter postado o relato...rsr...Saudade de você. E vamos agitar esta turma.... Vlw, Renato...
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