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Tudo que Kid M postou
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A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Sala do Bate Papo
Gabriel, Esse é um ponto importante, pois chegar no ponto de pesca, custa (cada vez mais) um bom dinheiro. Nessa ótica, quanto precisaria ser atrelado nesses gastos para se ter o retorno esperado: Ainda nesse caso, qual o valor de um pacote de pesca adequado aos custos já assumidos para chegar no local ? Respostas variadas, é claro, mas na essência o que fica "meio sem resposta" é saber se depois de um gasto de deslocamento, a estrutura de apoio não oferecer algo compatível ao esperado, como é que fica "o discurso" ? -
A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Sala do Bate Papo
Guto, Via de regra é suficiente para qualquer pescador esportivo ! Claro que (há 20 anos atrás) pediria para entrar nessa lista... Hoje as "necessidades & confortos" já estão em "novo patamar" -
A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Sala do Bate Papo
Me senti "sacaneado", mas com uma ironia fina plenamente aceitável ! Quanto aos comentários feitos, acho-os bastante pertinentes e dentro do seu perfil de pescador. Claro que muitos desses pontos de vista terminam se convergindo, até porque o propósito é semelhante. "Mais ou menos" vai de cada um, até por conta da "fominhagem" ou da "expectativa" com o que se procura encontrar -
A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Sala do Bate Papo
Caro Cristiano, Permita-me fazer uma analogia cada vez mais verdadeira (pelo menos para mim) ! Gostaria muito de poder ter um carro Volvo, mas não é por não tê-lo que vou ficar me lamentando. Vou sim, me satisfazer com a minha possibilidade. "Pescaria" hoje está ficando sobrecarregada de "acessórios", cada um melhor que o outro, e tudo isso custa dinheiro de investimento... A opção de "ir pescar" num esquema desses, faz - obrigatoriamente - a renúncia de outras possibilidades, não apenas de pescaria, mas de posse... As alternativas de fazer um "meia pescaria", com menos requisitos de conforto, estão ficando difíceis de serem encontradas, pois quem as tem (ou tinha) preferem dar uma "arrumadinha" e buscar alguém disposta a pagar por essa (às vezes) "meia sola". Os "ditos ricos", passam ao largo... A conversa continua... -
A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Sala do Bate Papo
Isso é algo indiscutível ! SEMPRE Ferrou o peixe e "se ferrou" para sempre. Concordo com parte de sua análise postada. -
A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M respondeu ao tópico de Kid M em Sala do Bate Papo
Grande Guto, Muitos pontos interessantes na sua postagem. Precisamos entender (pelo menos tentar aceitar) que nosso modelo de pesca esportiva para se tornar sustentável precisará se ajustar muito. Em sendo algo que atrai a imensa maioria de pescadores que usam iscas artificiais, nada supera as possibilidades de captura de um troféu amazônico. Acontece que o "grupo" que deseja chegar lá, não fala apenas português, mas gasta suas "verdinhos" e/ou euros, em condições diferenciadas de nossa população. Não tem muito como "abaixar um pouco o nível", pois a demanda cresce de forma exponencial e "os caras" não querem "dividir os espaços". Junte-se a isso a questão da representatividade financeira dos ganhos de grande parte de nossos pescadores ! Como "concorrer" ou gastar tanto assim... A conversa continua... -
A escalada dos custos de uma operação de pesca na Amazônia
Kid M postou um tópico em Sala do Bate Papo
Qualquer pescador que se intitula "esportivo" já sonhou em ir pescar na Amazônia! Desses, diversos já conseguiram transformar o "sonho" em realidade, independente do resultado. Com o crescimento da pesca esportiva no Brasil (isso é indiscutível), maior demanda de pontos e/ou operações. A pescaria no rio Negro, há não muito tempo atrás, era uma quase exclusividade dos manauaras ou estrangeiros As operações de pesca nesse passado restringiam-se a barco hoteis adaptados de antigos cascos / barcos regionais Dormida em rede e fornecimento de comida à bordo, era mesmo para aqueles ditos "aventureiros" (fominhas) Operadores eram poucos, muito poucos, quase sempre oriundos de uma vida de pesca profissional na região. Barcelos ainda era "um pouso" no meio de um delta de águas doces, com enorme capturas de peixes ornamentais. A infraestrutura disponível para a montagem de um grupo de pesca era - quase sempre - um sufoco. Os piloteiros (via de regra) é que forneciam os botes e motores de popa (elétricos, nem pensar), quase sempre em péssimo estado de conservação. Também seriam deles as "ferramentas" relacionadas a pescaria (boga, passaguá, alicates e até facas), mas na prática, se os pescadores não levassem, não iria funcionar no improviso. Com o problema da predação na região do Pantanal, existiu naturalmente um deslocamento de local de pesca, e com isso, bastante crescimento na "frota hoteleira", complementando algumas pousadas... Diante da melhoria de condições de pescaria, a demanda passou a ser muito grande ! Não apenas havia preparo para atender essa "explosão", como também capacitação para atender bem os pescadores. Evoluímos para uma época em que grandes operadores passaram a oferecer bons pacotes de pesca e isso reverberou... Também para os estrangeiros, baseado na disparidade do cambio, a opção de vinda de Miami passou a ser bem utilizada. Claro que com tudo isso, os preços dispararam ! Injusto seria não reconhecer a melhoria de muitos dos serviços oferecidos. A comunidade de pescadores profissionais passou a entender que peixe vivo (liberado) era a garantia de sustento futuro e passaram a fazer disso uma rotina, antes direcionada aos mercados da região. Se tornou um processo "ganha ganha". A questão na atualidade tem sido a "pretensão" de reservar com antecedência de 1 ano, a semana de pesca desejada, pressionado pelo operador que recebe um volume expressivo de "novos grupos" para disputar as semanas já pré-reservadas... Preços cada vez mais elevados (isso é inquestionável), mas oferecendo um serviço cada vez mais invejado, seja na estrutura dos botes, motores, piloteiros treinados, acampamentos avançados, gastronomia, sinal de WiFi (Elon Musk), ar condicionado, lavanderia, etc... No final de tudo isso, a certeza de que independente do peixe, o programa realizado lhe impulsiona a querer repetir... (e vale cada centavo desses quase 7 dias de pesca) -
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Vale a conferência, até por ser algo que não tem o que custar caro... Acredito que a versão "com ventosa", poderá viabilizar o desejo com a realidade. Além da possibilidade de ter algum novo lançamento com novidades relacionadas à Segurança. Grato Guto R$ 41,00
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Todas essas ações são focadas em segurança e estão corretas... Contudo, permitam-me lembrar que nos dias de hoje, é mais que comum que pescadores estejam com diversos conjuntos preparados e prontos para entrarem em funcionamento e com isso, minorarem a questão da "rapidez" no trocar da isca desejada... Também é preciso reconhecer, que neste processo de 3 a 4 conjuntos pronto para serem usados, minimiza a questão da segurança por não ficarem à mostra, salvo as já iscadas nas varas disponíveis e prontas para uso.
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A bem da verdade, é um processo bastante similar ao "porta treco", só que mais "elaborado"... mas funciona sim !
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Diria que é uma alternativa bastante utilizada pelos pescadores e acaba funcionando de forma razoável
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Reconheço ser algo mais adequado à segurança, MAS requerem mais tempo para serem colocadas na água (passou o ponto do lançamento)
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Na verdade já estou até passando dessa idade... Entendo suas observações, mas não as endosso ! Nessa "citação" acredito que além de ser consensual, não haverá discussão...
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Também já encontrei em muitas vezes essa solução (e usei-as com sucesso) Resolve parcialmente pois existirá a tendência das iscas (garatéias) se agarrarem nos deslocamentos. Continua achando que é algo a ser produzido (e oferecido) pelo operador / barco hotel. Nos dias atuais, o nível de conforto das operações é tamanho que isso sequer pode ser chamado de custo...
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Pois é Arcer, a questão abordada é de "em vez de" (no caso da caixa de pesca). Muito mais prático e funcional na troca da isca desejada... Me parece que o "pano molhado" por cima desse sistema resolverá...
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Poste uma imagem para ver se copiamos... Mas sou da opinião que se trata de item a ser providenciado pelos operadores dos pacotes vendidos...
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Será que só está acontecendo comigo ? Nas nossas últimas pescarias, tenho sentido falta de uma acessório simples mais eficiente nos botes ! Trata-se do local onde as iscas "a serem usadas" ficam disponíveis para uma troca rápida (às vezes nem tanto). Melhor mostrar uma imagem que certamente será compreendido por todos os "embarcados"... Trata-se de algo relativamente barato de ser agregado nos botes e traz um grande conforto aos pescadores Não precisam ser obrigatoriamente em acrílico (como na imagem), mas que funcionem ! Existem outros modelos que permitem um menor investimento e cumprem o propósito ! Esse mesmo é uma peça de alumínio com um mínimo de trabalho adicional. Será que só quem sente falta disso sou eu ou tem alguma coisa melhor para esse propósito que desconheço?
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Concordo Marcelo ! Isca de muita produtividade ! Essa do Lori é uma adaptação em plástico injetado e também muito boa !
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Bom dia Arcer, Entendo que a "Curisco" seja uma isca que nada mais fundo do que as "sub superfícies", embora apresente um nado errático. Acho (nada além disso) que ter iscas que flutuem quando não são tracionadas podem ser um "bônus" quando são levadas pelo peixe, pois costumam "voltar" para o pescador. A forma mais adequada de exercitar uma twich é usar a "paradinha" e para isso ser suspending é fundamental !
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Ao longo do tempo (e bota tempo nisso), quando ainda se pescava com "plugs" estrangeiros, notadamente da Rapala, Rebel entre outros, pescávamos com iscas de superfície e de meia água. Desde então procurava iscas que fizessem o "sobe e desce" (sticks), com uso direcionado aos peixes que "ameaçavam" na superfície mas "refugavam" na pegada dessa forma de apresentação. Utilizar as de meia água sempre foi um recurso, nunca uma escolha prioritária. Uma vez capturando um peixe usando isca de superfície, com direito a susto, taquicardia e apreensão (não necessariamente nesta ordem), as iscas de meia água passaram (cada vez mais) ser menos acionadas. Mesmo assim, o desejado eram as iscas que nadassem a "um palmo" de profundidade, até para que os óculos polarizados ajudassem na adrenalina dos ataques submersos. A indústria evoluiu, não apenas no exterior, mas também nos nossos fornecedores brasileiros. Muitas iscas tem sido apresentadas no mercado, sendo muitas deles aproveitamento de padrões desenvolvidos pelas áreas de desenvolvimento das grandes marcas internacionais. É assim que funciona esse mercado de pesca com iscas artificiais. Mesmo assim existem iscas que por mais que sejam "copiadas", não deixam de apresentar ótima performance. Apenas como forma de "ajustar esse tópico", vou postar algumas iscas que fazem esse papel e que merecem ser banhadas de tempos em tempos... Ressalto que são apenas ALGUMAS, já que todas as marcas tem ofertas de iscas que desempenham um ótimo trabalho de "sub superfície".
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Seca na Amazônia em 2024 será pior que 2023.... será?...
Kid M respondeu ao tópico de Edmar Alves em Assuntos Gerais (água doce)
O que era somente hipótese e apreensão, agora, confirma-se como realidade. Os rios da bacia amazônica começaram a vazar. Pior: a seca começa acelerada. Para se ter ideia, nos últimos 15 dias, o rio Solimões, principal tributário do Amazonas, maior rio do mundo, desceu 41 centímetros no seu nível. O mais assustador foi que de ontem para hoje o Solimões baixou 10 centímetros. A descida foi três vezes maior do que o movimento de subida. Destaque-se que o nível de cheia dos rios na pós-seca histórica de 2023 é muito aquém do normal para esta época do ano. O mês de abril, que sempre foi de muita chuva no inverno amazônico, neste ano não foi assim. Esta é a chamada alarmista que peguei na internet. Claro os números chegam a causar alguma apreensão, mas não nos esqueçamos que as variações climáticas estão cada vez mais acentuadas. Não quero dizer com isso, que "não iremos ter seca", muito até pelo contrário ! Contudo vejo isso com maior chance de ocorrer de forma antecipada. A velocidade que se verifica das águas sendo quase que bombeadas rio abaixo na direção de Manaus, é mesmo sinal que "faltou água" em 2023 (ou no início de 2024). Tivemos sim, um ano de anormalidade em 2023, quando o nível das águas esteve incrivelmente baixo... Estive na região de Santa Isabel do Rio Negro, cercado de praias de areias e/ou barrancos com 2 a 3 metros de distância da altura das águas em épocas passadas. Vamos ter chuvas e repiquetes neste próximo semestre ? Claro que sim ! Não há como evitá-los... Já a intensidade com que ele se pronunciará irá depender do que "El Niña" nos for trazer. Terminei antecipando a pescaria de 2024 em um mês, por falta de outras datas (isso rola com 12 meses de antecedência), e aparentemente poderei ser beneficiado dessa alteração. Insisto sempre que ir pescar na Amazônia nunca pode ser considerado ruim ! Pode até ter menos peixe, é verdade, mas a imersão naqueles rios nos mostra o quanto somos ínfimos dentro do sistema. O silêncio noturno, o acordar com o barulho dos papagaios e araras voando e presenciando uma fantástica matiz de cores no amanhecer é tudo de bom ! Esqueça essa de "DESESPERO" ! Pense de forma positiva, pois planejar já é parte da pescaria ! -
APROVADO - LDS TUNNING (Eduardo Chedid)
Kid M respondeu ao tópico de Joao Paulo ML em Aprovado ou Desaprovado?
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Barragem Santa Helena, qual o melhor acesso para pescaria?
Kid M respondeu ao tópico de BrunoGCruz em Relatos de pescaria (água doce)
Boa noite Bruno, A represa de Santa Helena é uma boa opção, embora tenha uma razoável pressão de pesca. Os acessos são variados, MAS sugiro que tente ir pela BR 324 e na BA 526/535 (via parafuso) Seu ponto de referência deve ser Dias d'Ávila. Vai gastar em torno de uma hora para sair de Salvador e chegar na Represa. Tem também a opção de seguir para Guarajuba (Linha Verde) e seguir na indicação do povoado de Monte Gordo. Sugiro que explore as saídas dos rios (Joanes, Jacuípe, Pojuca) para o mar. Se tiver num bom dia de maré correndo, pode encontrar uns bons robalos. Boa sorte e SUCESSO. Não esquecer de levar o caiaque... -
Concordo ! Chedid já fez uns trabalhos para nosso Grupo. Show