JCKruel Postado Julho 12, 2011 Autor Denunciar Compartilhar Postado Julho 12, 2011 Caro Airton, Deves copoiar...Até porque acredito que vocês vão acabar fazendo a coisa melhor do que eu. Neudon, A APEGO fez um trabalho lá pelos idos de 1998 (com supervisão do IBAMA), em 5 etapas no Araguaia (no mesmo local) com a captura (e soltura = tagueados) em aproximadamente 3.000 peixes das mais diferentes espécies. Esse trabalho até hoje continua atual e cada vez mais, me convenço de que foi um trabalho muito relevante. Ele foi muito abrangente, pois foi possivel medir não só a taxa de mortalidade direta (em torno de 2,7%) sendo que as mais afetadas foiram as corvinas e apapás (morrem fácil). Avaliamos também o tempo fora dágua, os danos com anzóis com e sem fisga, danos com bicheiros, puças e alicates de contenção. Também foi possível concluir algumas coisa em relação a bitola das linhas e o tempo de "luta", de forma a concluir que uma pesca com linhas mais finas causavam muito "stress" em função da demora em embarcar os peixes. Até hoje não foi "publicado" em nenhum site, primeiro porque é um pouco grande e segundo porque tenho limitações técnicas em postar algo desta magnitude. Se houver interesse do Fabrício ou do Kid (já que o Xande me abandonou) eu mando para eles e dái eles avaliam se e como postar para vocês. abs kruel Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
Max Postado Julho 12, 2011 Denunciar Compartilhar Postado Julho 12, 2011 Caro Airton, Deves copoiar...Até porque acredito que vocês vão acabar fazendo a coisa melhor do que eu. Neudon, A APEGO fez um trabalho lá pelos idos de 1998 (com supervisão do IBAMA), em 5 etapas no Araguaia (no mesmo local) com a captura (e soltura = tagueados) em aproximadamente 3.000 peixes das mais diferentes espécies. Esse trabalho até hoje continua atual e cada vez mais, me convenço de que foi um trabalho muito relevante. Ele foi muito abrangente, pois foi possivel medir não só a taxa de mortalidade direta (em torno de 2,7%) sendo que as mais afetadas foiram as corvinas e apapás (morrem fácil). Avaliamos também o tempo fora dágua, os danos com anzóis com e sem fisga, danos com bicheiros, puças e alicates de contenção. Também foi possível concluir algumas coisa em relação a bitola das linhas e o tempo de "luta", de forma a concluir que uma pesca com linhas mais finas causavam muito "stress" em função da demora em embarcar os peixes. Até hoje não foi "publicado" em nenhum site, primeiro porque é um pouco grande e segundo porque tenho limitações técnicas em postar algo desta magnitude. Se houver interesse do Fabrício ou do Kid (já que o Xande me abandonou) eu mando para eles e dái eles avaliam se e como postar para vocês. abs kruel Boa Kruel , acho até q deviamos num futuro proximo abrir uma salinha para postar os arquivos tecnico e cienticos, oq vc acha ? Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
Kelven Postado Julho 13, 2011 Denunciar Compartilhar Postado Julho 13, 2011 Amigos Kruel, Max, Dema e Joelson! Em referência aos post “acima” do comentário sobre a matéria que a revista Pesca & Companhia, que erroneamente publicou do estudo da taxa de mortalidade, com vários equívocos, a mesma não manifestou nenhuma ação para reparar o erro, o que é uma pena, mas sem problemas!!! O que é bom é que a revista Pesca Esportiva publicou a matéria sobre o estudo da taxa de mortalidade correta. A matéria esta na revista nº 164, dêem um olhada. Abraços Kelven Pessoal! Quero comentar que a edição nº 199 da revista pesca e companhia veio com a errata sobre a materia referente ao estudo da % de mortalidade dos tucunarés. Obrigado aos editores da revista. Quero agradeçer também ao grande amigo DEMA e MAX pela força na busca da errata. Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
Kleysson Postado Agosto 13, 2013 Denunciar Compartilhar Postado Agosto 13, 2013 Acho que não se deve pedir desculpas por ressuscitar um tópico como este, porém adianto que minhas intenções são das melhores. Inclusive (longe de querer ofender), acredito que este tópico merecia maior destaque no fórum. Agora com relação ao estudo realizado pelo Kelven, principalmente no que tange ao uso do alicate tipo "boga gripe", confesso que sanou minha dúvida quanto aos infortúnios causados por esta ferramenta, que assim como eu, muitos outros já devem ter lido que ele pode inclusive romper a boca de algumas espécimes mais frágeis. Confesso que não sou pescador assíduo e nunca nem manejei um alicate deste tipo, porém desde que passei a frequentar este fórum - diga-se de passagem, o melhor - sempre me causou uma certa estranheza em ver o modo como alguns pescadores manuseiam o peixe com o alicate. Algumas vezes a ferramenta está posicionada a 90 graus em relação ao peixe, quando não em quase 180 graus. Pensava com meus botões: "ora, isso deve piorar a situação da boca do peixe", e agora isto está mais do que claro para mim. Então, em minha ignorância, de nada adianta a proteção plástica se você quiser fazer malabarismo com o bichano. Naonao:: Agora lhes pergunto: o manuseio do peixe com as mãos (equipadas de luva e já sem as garateias) não seria menos nocivo para o peixe? Abraços. Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
Alexandre Vidal Postado Agosto 13, 2013 Denunciar Compartilhar Postado Agosto 13, 2013 sempre me causou uma certa estranheza em ver o modo como alguns pescadores manuseiam o peixe com o alicate.Verdade, inclusive o modo como eu seguro o peixe na foto do meu avatar também é errado (porque suspende ele pela mandíbula inferior), entretanto, o boga atravessado, furando e esgaçando a boca do peixe como se vê em algumas fotos é pavoroso! Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
WD Allen Postado Agosto 13, 2013 Denunciar Compartilhar Postado Agosto 13, 2013 sempre me causou uma certa estranheza em ver o modo como alguns pescadores manuseiam o peixe com o alicate.Verdade, inclusive o modo como eu seguro o peixe na foto do meu avatar também é errado (porque suspende ele pela mandíbula inferior), entretanto, o boga atravessado, furando e esgaçando a boca do peixe como se vê em algumas fotos é pavoroso! Retifique, são libertados muitos peixes com o osso de mandíbula deslocado e nunca são comidos novamente..! Fato. :bompost: Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
Arnaldo Pulga Postado Agosto 14, 2013 Denunciar Compartilhar Postado Agosto 14, 2013 Excelente post.....parabéns pela contribuição! Deveria ser post fixo!!! Citar Link para o comentário Compartilhar em outros sites More sharing options...
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